Acessibilidade

Prefeitura expande canal de atendimento do 1746 para o público LGBT

A Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual (CEDS Rio), em parceria com a Central 1746 de Atendimento ao Cdadão, lançou um meio de atendimento direcionado ao público LGBT. Agora, já é possível abrir um chamado para casos de preconceito e LGBTfobia no município, tirar dúvidas específicas sobre serviços de saúde para população transexual, como hormonioterapia e redesignação sexual, além de informações sobre infecções sexualmente transmissíveis(ISTs), prevenção e tratamento.

A fobia motivada por orientação sexual ou identidade de gênero, que antes era denunciada de forma direta à CEDS Rio, foi unificada no 1746 e pode ser informada por todos os caias de atendimento: o telefone 1746, o portal https://www.1746.rio/ ou o aplicativo 1746.

- É uma estratégia para melhorar o atendimento, aplicar rapidez ao processo e mapear estatísticas de forma mais assertiva para os casos de preconceito e agressões. Qualquer pessoa que estiver com um celular na mão, poderá entrar em contato imediatamente com as autoridades da prefeitura. Dessa maneira, poderemos trabalhar mais integrados aos órgãos municipais e estaduais para ajudar às vítimas- enfatiza Nélio Georgini, Coordenador Municipal da Diversidade Sexual.

A gerência de atendimento presencial às vitimas continuará a cargo da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual com os serviços da CEDS Rio institucionalizados na organização da prefeitura- explica Georgini.

 

Nome Social

Visando oferecer ainda mais cidadania para pessoas transgêneros, o portal 1746 contar com a opção de “Nome Social” para atender homens trans, mulheres transexuais, e travestis.

 

Cidadania

O protocolo de atendimento elaborado pela CEDS Rio em parceria com o 1746 torna a Prefeitura do Rio uma das pioneiras no país em atenção e atendimento segmentado à população LGBTI. Os teleoperadores da Central 1746 passaram por um trabalho de sensibilização para atender às necessidades e demandas dessa população.

 

CEDS Rio fiscalizará aplicação de leis municipais através das denúncias

A Lei Municipal 2475/96, sancionada em 12 de setembro de 1996, garante punição para atos discriminatórios por orientação sexual em estabelecimentos comerciais, industriais, e repartições públicas municipais. O texto ainda prevê punição para estabelecimentos privados que não cumprirem a lei, com pena de multa, suspensão por 30 dias e até mesmo cassação do alvará do estabelecimento.

Em 21 de março deste ano, o prefeito Marcelo Crivella sancionou a lei que garante o uso de nome social por pessoas trans e travestis em órgãos públicos da cidade do Rio de Janeiro.

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